ONG americana reúne mais de mil vítimas da Telexfree para reunião com Procuradora da República Carmen Ortiz

 ONG americana  reúne mais de mil vítimas Telexfree que foram
aliciadas inicialmente por pastores de igrejas brasileiras e de
língua espanhola.

A ONG Chelsea Collaborative, da cidade de Chelsea, Massachusetts, EUA, que tem por missão melhorar a saúde social, ambiental e financeira da comunidade e do seu povo, atua fortemente com ações em favor dos imigrantes, especialmente latinos.

   Quando a Telexfree foi fechada nos EUA, Gladys Vega, Diretora da ONG
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e a Detective Rosalba Medina, do Departamento de Polícia de Chelsea, resolveram organizar uma campanha: “Chega de golpes” (No More Scams) e ajudar vítimas da região. Esperavam na primeira reunião 30, 40 pessoas, mas apareceram 267.    Vendo uma grande necessidade em ajudar essas pessoas, imediatamente iniciaram cadastros e organização dessas vítimas, que logo passaram de mil.

Em 29 de outubro a ONG reuniu todas essas pessoas e conseguiu a presença da Procuradora da República Carmen Ortiz e sua equipe que investiga o caso.

Colégio Mary C. Burke S

Eles ouviram relatos de vítimas que investiram e perderam.
Entre tantos casos,  o de um casal com dois filhos que em fevereiro de 2014 investiu 206 mil dólares e perdeu tudo, pois a empresa foi fechada em março.

“Um número muito grande eram imigrantes de baixa renda e escolaridade, de Chelsea”,  disse Vega.

Outra revelação que choca é que o esquema funcionou na pressão, entre parentes, colegas, familiares e religiosos.
Muitas das vítimas disseram que as primeiras pessoas a espalhar o esquema eram pastores de igrejas brasileiras e de língua espanhola.
Eles irradiavam para que as famílias investissem e colhessem “a boa vida”.

A Procuradora dos EUA Carmen Ortiz ortiz
alega que, entre janeiro de 2012 e março de 2014, Telexfree comercializou agressivamente seu serviço de voz sobre Protocolo Internet (VoIP) através do recrutamento de milhares de “promotores” que publicavam anúncios para o produto na internet. Os promotores foram obrigados a investir uma certa quantia de dinheiro ser um “divulgador”.

No entanto, apenas cerca de 1 por cento do faturamento da empresa veio da venda do serviço de VoIP, enquanto o restante veio de novas pessoas que pagavam para entrar no esquema – um clássico esquema Ponzi. Dinheiro de novos membros foram pagos aos promotores existentes até o suposto esquema ruir com pedido de recuperaçao fiscal alegando que não conseguiria mais pagar o que foi prometido aos seus “investidores”.

fonte:
http://www.chelsearecord.com/2014/11/10/telex-free-meeting-draws-thousands-last-week/

http://chelseacollab.org/

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